quarta-feira, dezembro 06, 2006

Uma tentativa de explicar o preço do 360.

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Aproveito o começo das minhas férias pra voltar a me dedicar ao meu blog. Infelizmente andei meio relapso, não por falta de tempo mas por falta de ânimo de escrever, a quem gostava de ler as besteiras me desculpem.

Acho que o momento é bem oportuno para voltar a falar sobre mercado, afinal os grandes concorrentes estão a venda em diversos cantos do mundo e até tive a oportunidade de ter contato com algum deles.

Até o momento o único da nova geração que eu joguei foi o PS3 e até gostei do que vi, mas ainda acho que não sei o que é nextgen, fiquei pouco impressionado com tudo aquilo que me foi mostrado, mentira o tamanho do console me impressionou muito. Não culpo o console pela ligeira decepção, ale’m de esperar muito dos gráficos joguei apenas dois título medianos, Resistance fall of man e Genji (em japonês, ninguém merece), e olha que nem foi numa TV comum, mas sim numa HDTV em 720p. Fiquei mais convencido nesta hora que a parte artística influência muito mais minha visão do que os gráficos, imagino que esteja acontecendo desde o DS.

Mas vamos ao que interessa. Primeiro acho importante falar sobre o 360, afinal o trabalho já ta no mercado a muito tempo e já é comercializado oficialmente até em terras verde e amarelas. O 360 foi uma adição muito bem vinda, muito interessante e possivelmente benéfica ao mercado. Além do suporte técnico oficial, vamos ver jogos mais baratos até mesmo que os das importadoras, o que levou o pessoal que vende jogos originais a abaixarem os preços para se equipararem aos praticados pela representante oficial que os comercializam nos preços de 99 e 150 reais.

Muito foi discutido a respeito do preço do console, R$2999, um tanto elevado em minha opinião. Numa discussão entre amigos disseram que o preço refletia os custos como transporte, encargos relativos a impostos, licenciamento, conversão para real, instalações de escritórios, treinamentos para assistência técnica. Eu tenho uma opinião diferente, acho que tudo isso não justifica o alto preço, afinal o mercado é um tanto diferente, o poder de compra no país é menor e para que seja possível vender aqui tem que ter uma base instalada grande pra compensar com venda de jogos, isso se não for acometido por piratas. Mas ai bateu um insigth daqueles de ficar admirado. Minha sugestão é a seguinte:

O Xbox360 é comercializado neste preço devido a.... falta de certeza em relação a sua vendagem. Mas como assim? Deixe me explicar, o pessoal que trouxe o sistema pra cá foi muito inteligente, o preço não é nada absurdo se pensarmos que ele cobre todos os custos e não é subsidiado aqui. A Microsoft e sua representante não cobrem parte do valor do produto como acontece no restante do mundo, deixam tudo para o bolso do comprador. A grande vantagem disso é que a empresa não perde dinheiro comercializando um produto em mercado incerto, já que todos os custos já foram pagos e os jogos oferecem lucro limpo sem precisar que o usuário compre vários deles para que a transação fiquei no azul, até mesmo com pirataria ou usuário não comprando nenhum dos títulos acredito que o console daria certo lucro a esse preço.

Sobre o Wii e PS3 tudo que tenho a dizer é que lamento o lucro que as empresas que os vendem querem, lucro não, ágio absurdo, quero dizer.

Obrigado aos pacientes que leram até aqui.

sexta-feira, outubro 13, 2006

Pequena parte de um futuro de games (online1)

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Há algum tempo tenho tido contato com alguns games on-line. No geral são aqueles gratuitos ou apenas gratuitos em partes, o ponto é que eles soam incrivelmente promissores, são baratos e ainda assim mantém a qualidade sem perder a diversão.

O grande ponto desta conversa não é diversão ou preço, mas a forma de comercialização destes jogos. Esse misto entre gratuidade e material pago é muito interessante para o mercado, pois não impede que os jogadores de conheçam, experimentem, ou criem expectativas sem mesmo ter se familiarizado com a mecânica do game.

São velhos modos de comercialização, mas que vai ser cada dia mais comum para nós brasileiros. A enxurrada de títulos a disposição mais uma grande leva de novos produtos vão estar em breve no mercado. Mas a grande beleza deste sistema está nas suas possibilidades de crescimento, popularização e comercialização.

Com a crescente popularização dos games espero ver um modelo semelhante ao das empresas de telefone celular, cartões a venda em bancas com pacotes de minutos; no caso dos games são maiores as possibilidades. A venda poderia ser feita não só por pacotes de horas de jogo, mas cartões com pacotes de itens, armas, montaria e quem sabe experiência. As possibilidades são inúmeras e não devem ser descartadas. Claro que uma maior adesão de jogadores ou uma campanha de popularização dos games se faz necessária para a adoção de um modelo tão grande, o caso é que possibilidades existem.

A Level-Up Games, empresa coreana que já atua no Brasil e é responsável por títulos como Ragnarok, City of Heroes entre outros gratuitos ou não, já possui um sistema interessante. Ela vende em lanhouses cadastradas cartões com horas e quantias de dinheiro virtual de seus jogos.

Outra grande possibilidade a se aproveitar é a venda do jogo. Quando se tem de comprar, mesmo a mensalidade sendo gratuita, o valor de aquisição é alto, R$ 99 no caso de GuildWars(mensalidade gratuita) na loja do submarino, gostaria de ver jogos baratos, em torno de R$5,00, pra não assustar o interessado, mas sei que é uma grande opção cobrar pelo jogo e não pela mensalidade, afinal as empresas envolvidas precisam tirar sua parte do bolo se não nem mesmo jogos teríamos.

Pequena lista de vídeos e modo de pagamento de jogos online.

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sábado, setembro 02, 2006

Mitos sobre os gamers

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Que atire na parede seu controle o gamer que nunca ouviu uma grande besteira a respeito do nosso passatempo. Já nos deparamos com frases bizarras e certezas tão absurdas que até chego a duvidar se não teriam realmente um fundo de verdade (é bem provável que apareça alguém aqui capaz de provar ou pelo menos tentar).

Além da famosa frase “videogame estraga a televisão”, existe a “mulheres não jogam videogame”, (ta bom, diz isso pra minha namorada e esposa de um amigo meu. Não é mesmo Salsa?) além de uma porção de outras frases que dizem coisas bem difíceis de acreditar, mas o mais estranho é o espaço do jogador de videogame ocupa no imaginário das pessoas.

Eu chutaria que 80% da população acha que nossos jogadores tem a idade de 15 anos, no máximo, e uma ou duas dúzias de espinhas brotando semanalmente no rosto, claro que para eles uma adição de 2 graus de miopia não seria nada exagerado.

A superinteressante a algum tempo atrás listou alguns mitos sobre os games, não me lembro mais quais eram ao certo, mas estavam de certa forma ligados a gênero, idade e outros fatores que não me lembro mais, mas que possivelmente irei abordar de forma superficial (como sempre).

Algo que é amplamente imaginado a respeito do perfil do gamer é a sua capacidade limitada de interação social, as vezes nos deparamos com uns seres peculiares que passam diariamente horas a fio na frente de um monitor jogando, bem semelhante aos usuários do fórum da OS que certamente possuem graves problemas pra se relacionar com o mundo (brincadeira). Aposto que muitos leitores conhecem pelo menos um, mas acredito que não seja maioria apesar de não estar apoiado por dados concretos para falar com certeza hehehe.

Uma coisa sempre debatida, sem nenhuma lógica, devo dizer, é a respeito do poder de um jogo de incitar a violência. Grande besteira essa em. Nunca vi sequer um clan de jogadores sair na rua quebrando ônibus após seu clan tomar uma surra em alguma partida. Ta certo que há exceções como aquela da chinesa que matou o namorado por causa de um jogo ou o famoso caso do brasileiro Mateus da Costa Meira, de 29 anos, que entrou no cinema atirando e matou três outras pessoas. Tudo isso supostamente instigado por um jogo, no caso o Duke Nukem. Aff.

Acho que os games são tão capazes de incitar a violência quanto um filme, jogo de futebol, pra não dizer outros, mas nem por isso vemos estas coisas com olhos tão incisivos apesar de conseguirmos ver que eles contribuem para alguns problemas relacionados a comportamento violento, claro que se seguirmos a mesma lógica.

Talvez ilustre a visão atual do gamer. Espero que não.

Pois é gente por enquanto é só, mas espero que gostem. Sobre o texto anterior sei que muita gente discordou, mas são apenas possibilidades criadas por um gamer louco, caipira do pé vermelho.

Ai pessoas... A UNG Brasil acaba de colocar no ar o podcast 5, vale a pena. Dêem uma olhada!

terça-feira, agosto 22, 2006

Videogames pra tudo um pouco

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Em primeiro lugar desculpem pela falta de atualização, como podem ver já gerou protestos nos comentários - Henrique eu te pego.

Os videogames estão deixando de ser apenas videogames, atualmente estão adquirindo funções de outros equipamentos como DVD players, players de mídia, agenda, navegadores de internet e um monte de coisa. As possibilidades só param com a limitação da capacidade dos aparelhos.

O que eu ainda não consegui saber se isso tudo tem seus prós e contras. Pra mim os aparelhos só são diferentes, com propostas diversas pra atender públicos específicos, mas vejo que algumas pessoas nos fóruns da vida simplesmente se esquecem disso, o que faz aparecer pelo menos um tópico por semana perguntando (com a intenção de gerar uma discussão sem sentido) o que o outro console pode fazer. Ninguém merece.

Gosto dos multifuncionais, apesar de muita gente criticar dizendo que multifuncional faz um monte de coisa, entretanto, um monte de coisa de forma mediana. Ta certo, mas quem compra tem que saber o que compra não é mesmo?

Onde quero ir com isso?

Queria chegar nos homebrews, programas desenvolvidos sem autorização das empresas, em geral por usuários. O interessante dos homebrews é que eles são gratuitos e criam muitas novas funções para os aparelhos, as vezes são até novos jogos. Eu sempre quis que meu DS tocasse mp3, apesar de ter comprado sabendo que não poderia, mas com a ajuda de um homebrew eu posso e não acho nada ruim faze-lo. Para essa geração que começou eu espero um pouco mais. A alta capacidade de processamento e armazenamento permitem que alguns dos novos consoles executar sistemas operacionais com muita folga.

É especulação minha, mas acho que o PS3 vai utilizar algum sistema operacional do tipo PC. Tô viajando eu sei, mas ainda não engoli aquele preço, U$600. Só acho possível continuar vendendo tão caro caso ele comece a competir também com os computadores. Será que a idéia é tão loca assim? Na geração passada já tínhamos o xbox que era capaz de executar o Linux e se não me engano o Ps2 também. Seria uma opção com alta capacidade e custo relativamente baixo, nada mal não é? Digo com muita certeza que só me aventurarei a comprar um videogame tão caro nessas circunstâncias ou realmente no final da geração quando o preço for bemmm menor.

Acho que seria um novo nicho que corresponde diretamente com o meu perfil, preço relativamente baixo com muitas funções. Não jogo tanto apesar de ser fã incondicional de videogames, mas o PC uso o tempo todo e não deixo de ficar sem nenhum dos dois, então juntar ambos na mesma maquina seria muito interessante. Ta certo que não ligo de pagar por um bom serviço ou um bom produto, então se a opção existir e não corresponder as expectativas terei de gastar mais uma nota comprando duas maquinas pra estas duas funções.

quarta-feira, agosto 09, 2006

Pirataria, a morte da industria? Existe uma solução?

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Em busca do valor mais barato e fuga dos preços incrivelmente abusivos, os consumidores no mundo todo optam, em especial no Brasil, pelos piratas, não falo apenas de jogos, mas um número crescente de outros produtos.

Infelizmente o uso destes jogos piratas impedem a venda dos artigos originais dentro do país, o número chega a ser tão superior que nunca cheguei a ver um jogo original de Playstation, mentira, vi um neste sábado na casa de um amigo de Belo Horizonte quando a comunidade Gamer da cidade se reuniu pra umas jogadinhas.

A grande desvantagem de apoiar o mercado pirata é que as empresas não se interessam pelo país, não adianta gastar dinheiro pra implantar escritórios e uma estrutura para a comercialização sendo que é impossível competir com o mercado paralelo. Então ficamos a mercê dos vendedores que cobram preços abusivos pelo aparelhos, mas em compensação compramos centenas de jogos dos quais nem chegamos no final; ficamos sem garantias em caso de problemas nos aparelhos, sem um bom suporte, sem artigos em português, muitos empregos deixam de ser criados, poucos eventos vem para o país e ficamos sem conhecer boa parte de jogos de pequenas empresas mas igualmente bons aos de grande nome que costumam dominar as barraquinhas dos camelôs.

Engana-se quem acha que a pirataria é a única responsável pela inexistência destes produtos no Brasil, o próprio governo cria empecilhos além dos já conhecidos impostos absurdamente altos, temos outras questões das quais pouco tenho conhecimento, mas diz respeito a entrada de tecnologia no país. Problemas como estes e o preço cobrado lá fora fazem com que o valor dos originais dentro do país sejam tão altos e sua presença tão pequena.

Apesar de todos os problemas, ainda acho que existem maneiras de se burlar tudo isso. Com um pouco de estudo da condição do país podemos ter uma solução. Pra mim precisamos de um visionário, que abra os olhos das grandes empresas para o país, um cara que faça as empresas enxergarem que cobrar até R$50,00 por um jogo é mais vantajoso do que não vender.

Alguns pensamentos:

-Se as empresas considerassem fazer jogos em português certamente a situação impediria que os jogos comercializados aqui se espalhassem pelo grandes mercados (EUA, Europa, Japão), devido o baixo conhecimento da língua, sem contar que a adoção do português aumenta o público, pois atinge crianças sem conhecimento de inglês e pessoas menos esclarecidas.

-R$ 50,00 é um preço ainda alto, mas muito bom se compararmos aos atuais, que em muitos casos ultrapassam os R$ 150,00.

Infelizmente para adoção destes preços as empresas têm de estar dispostas a ter um lucro bem menor por jogo, mas em compensação o mercado pode se abrir muito e ganhar em quantidade comercializada.

-O governo também tem de se interessar e diminuir a carga dos impostos (o que deve ser mais difícil de acontecer).

-O custo pra se fazer um jogo se eleva cada vez mais o montante destinados às produções. Praticar valores mais baixos que os padrões mundiais, mesmo que com a intenção de evitar a propagação da pirataria, pode acabar sendo inviável.

sexta-feira, agosto 04, 2006

Estratégias da geração

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Estamos na etapa final em breve veremos os 3 novos consoles se digladiando para atingir o 1º lugar nas vendas. Eu disse 1º? É, a situação é um pouco confusa a Nintendo afirma que tem com o Wii o segundo aparelho dos jogadores. Mas se ele é o segundo de todos ele não seria a primeiro?

Parece que ao dizer isso a empresa se livrou daquela obrigação de correr atrás do primeiro lugar sem contar que já daria a desculpa antecipada se o videogame falhasse, mas sinceramente acho que desta vez o primeiro lugar em vendas não vai ser tão difícil. Ela tem as estratégias mais interessantes no momento, baixo preço, um controle diferente e “revolucionário”, serviço on-line gratuito, jogos clássicos e de grande apelo aos montes e que também tem um preço acessível, estes até para os padrões brasileiros; sem contar um lançamento com um número de jogos enorme, pra se ter uma idéia quando a Sony lançou o seu Playstation2 estava disponível apenas 7 jogos, ontem a Ubisoft (grande softhouse e publisher francesa) anunciou 7 jogos só dela, não tenho idéia de quantos serão no total quando o videogame finalmente sair, mas pelo visto serão muitos.

O apelo da inovação é muito grande, eu depois de me render a magia do DS já não ligo tantos pra gráficos, que é um ponto no qual possivelmente o Wii não vai se sobressair, mas que é o carro chefe da próxima geração do Playstation, quanto ao novo Xbox, o 360, seu grande apelo além dos belos gráficos é o incrível serviço on-line que a Microsoft presta, ele é pago mas a qualidade é insuperável.

Estes dois consoles, o Xbox360 e PS3, tem pontos positivos, mas nenhum deles é o preço, geralmente fica na promessa de capacidades gráficas mirabolantes e serviços (geralmente pagos) muito elaborados, sem contar o apoio de empresas de renome que irão produzir os jogos, o que na minha opinião todos os videogames conseguiram nesta geração. Eu sinceramente pretendo, se der, ir de 360 e Wii porque sou brasileiro e já desisti a um bom tempo de manter consoles com preços elevados, mas certamente no final da geração devo levar um Ps3 pra casa, assim como foi com o Dreamcast.

Apesar de tantas estratégias diferentes os 3 concorrentes me convenceram e no final o que vai pesar pra mim não é o fanatismo em relação a uma empresa ou marca, mas sim o custo relativo a cada escolha. Seria o preço a melhor estratégia?

Acho que não, mas comentem.

sexta-feira, julho 28, 2006

camelôs

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Esta semana fui até um “shopping popular” aqui da minha cidade também conhecido em outras cidades e estados como camelodromo, onde as pessoas que possuem uma barraca de camelô se reúnem pra vender seus produtos.

Neste local vi de tudo. Imitações de aparelhos famosos como o ipod, produtos originais, produtos pra lá de caros se compararmos até com lojas de verdade que dão garantias reais.

Chegando lá fui em busca de um MP3 player que pudesse ter a memória expandida com algum tipo de cartão, também queria cartão de memória SD e um leitor de cartões.

Me impressionei muito com duas coisas, a falta de informação dos vendedores e como um shopping popular se tornou realmente popular. Era impressionante olhar pro lado e ver pessoas pra lá de normais a chiques dentro do estabelecimento, muita gente de terno e mulheres bonitas, não sei se era um dia específico, mas não perdia em nada a freqüentadores de shopping normais, realmente impressionante.

Nos primórdios deste “shopping” especificamente, o lugar era mal freqüentado e não era nada mais que um amontoado de pessoas esquisitas comprando e um outro bocado com umas barracas improvisadas expondo seus produtos, agora a coisa era quase profissional (ta certo que posso estar exagerando), a verdade é que melhorou bastante.

O maior atrativo do lugar realmente era o preço, quase tudo bem barato, mas mesmo assim tive de procurar pra achar o preço mais em conta. Só que fiquei com o pé bem atrás no quesito confiança. Não temos nenhuma garantia de reposição ou concerto em caso de problemas, por exemplo, minha irmã comprou um celular da Siemens, o SL65, bonitinho, caro e vagabundo, o cel em pouco tempo apresentou mil problemas e uma pesquisa simples no google resultou numa lista sem fim de reclamações sobre o modelo. Ai fiquei me perguntando “como ficaria o consumidor?” ta certo que o preço caiu quase 50% mas mesmo assim qualquer coisa que passe de R$100 é muito caro pra apresentar problema em menos de 6 meses e ficar guardado na gaveta.

Na parte de games fiquei longe de me sentir animado. Só vi os jogos famosos ou então aquelas bombas ruins que mesmo assim vendem horrores, muitos jogos de Palystation2 e quase nada de outras plataformas. Ta certo que eles precisam vender, mas nenhum deles até mesmo nas barracas de outros assuntos se interessavam em vender algo diferente, todas tinham praticamente os mesmos produtos e simplesmente tentavam empurrar alguma coisa dizendo ser a mesma coisa do que eu procurava mas na verdade passava bem longe.

Sinceridade pra mim o local só anda perdendo em qualidade de atendimento, conhecimento e uma variedade maior de produtos. Mas se você está atrás de algo bem conhecido do povão certamente lá você encontra.

Cheguei a conclusão que o local é bom pra economizar uma graninha, mas o receio tem de ser sua arma e a informação sua aliada, pra ser enganado não custa nada (acho que rimou). Então ao se aventurar em busca do cobiçado produto e do melhor preço esteja preparado.